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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Para se pensar

Um belo dia de sol, Sr.Mário, um velho caminhoneiro chega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposa para ver o lindo caminhão que comprara depois longos árduos 20 anos de trabalho. Era o primeiro que conseguia comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada. A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão. ao chegar à porta de casa, encontra seu filhinho de seis anos, martelando alegremente a lataria do caminhão. Irrado e aos berros pergunta para o filho o que ele estava fazendo e, sem hesitar completamente fora de si, martela impedosamente as mãos do menino, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.

A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer. Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos conseguem levar o filho ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados. Passadas várias horas de cirurgia, o médico deslocado e bem abatido, chama os pais e informa que as dilacerações forão de tão grande extensão, todos os dedos da criança foram amputados. Porém o menino era forte e resistia bem o ato cirúrgico, devendo os pais ir para o quarto aguardar o filho.

Ao acordar o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:

- Papai, me desculpe. Eu só queria concertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.

O pai enternecido, e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância. Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado. Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:

- Quer dizer que o senhor não está mais barvo comigo?

- É claro que não, respondeu o pai.

Ao que o menino pergunta: - Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer denovo? (autor desconhecido)

Um texto que encontrei e achei importante para pensarmos um pouco. Pois, nos momento de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos "sarar" a ferida que deixamos. Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes, a fim de evitar que os danos sejam irreversíveis. Não há nada pior que o arrependimento e a culpa. Pense nisso!

Um comentário:

jantsch disse...

bá, essa é forte

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